Rayder Bragon
Especial para o UOL Notícias*
Em Belo Horizonte
Sob gritos de "Aécio, presidente!" e ao lado do colega de partido José Serra, o governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), voltou a afirmar nesta quinta-feira (4) que não pretende ser candidato a vice na chapa do governador de São Paulo à Presidência da República.
“O homem público que não resiste a pressões não merece fazer política", disse Aécio, parafraseando uma máxima do avô Tancredo. "Todos nós temos as nossas convicções e eu sou um homem de convicções. Eu tenho as minhas. Enquanto elas não se alteraram, eu sigo meu rumo”, afirmou Aécio, durante inauguração da Cidade Administrativa Tancredo Neves, em Belo Horizonte. “Se alguém, em determinado momento, me convencer do contrário, eu tenho que avaliar.”
Já sobre a possibilidade de se tornar candidato ao Planalto em uma hipotética desistência de Serra, Aécio foi mais direto: “Vou ser taxativo. O momento de uma eventual candidatura minha à Presidência já passou. Não será desta vez”.
O governador disse ainda que Serra compreende que seu papel é mais importante em Minas Gerais, para ajudar o governador paulista a ser vitorioso. E defendeu o colega tucano, dizendo que seu partido tem um nome, mesmo ele ainda não tendo se pronunciado, e que Serra tem todas as chances de sair vencedor.
"Minas é minha causa, minha casa, meu chão. Minas é minha pátria", disse Aécio durante inauguração da nova sede administrativa do governo mineiro.
Em dezembro, o governador abriu mão publicamente de suas pretensões de ser o candidato do PSDB à Presidência nas eleições deste ano.
Desde então, é grande a pressão para que ele venha compor como vice na chapa do partido. O provável candidato, o governador José Serra (SP), ainda não tornou pública sua pré-candidatura. Isso ajuda a alimentar especulações de que ele pode não disputar a Presidência, o que abriria o caminho para Aécio voltar ao páreo.
O governador mineiro --que já falou sobre sua intenção de tentar uma cadeira no Senado, além de trabalhar para fazer seu sucessor em Minas-- elogiou o colega paulista no discurso e o chamou de amigo.
"Serra é um grande companheiro destas e também de outras lutas, um amigo."
* Com informações da Reuters
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quinta-feira, 4 de março de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Dilma elogia presença do PMDB no congresso do PT e pede governo de coalizão

* A trajetória da ministra em fotos
Clique nos seguintes LINKS, para ver as fotos:
http://noticias.uol.com.br/album/dilmaesp_album.jhtm?abrefoto=1
Da Agência Brasil
A chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, aprovou a presença de líderes do PMDB no lançamento de sua pré-candidatura à Presidência da República e defendeu que o Brasil seja governado por uma coalizão de partidos.
O PMDB deverá indicar o candidato a vice na chapa de Dilma. O mais cotado é o presidente da legenda, deputado Michel Temer (SP), que ocupou hoje (20) assento ao lado de Dilma na mesa principal do Congresso Nacional do PT, realizado em Brasília.
“Foi boa a presença deles aqui. É preciso uma base coesa em cima de um só programa de governo. Não é desejável o governo de um só partido”, disse a pré-candidata, negando qualquer dificuldade para convencer os líderes do PMDB a participar do evento petista.
A ministra admitiu ter ficado emocionada e nervosa durante o discurso proferido logo após ter sido formalizada sua pré-candidatura à sucessão presidencial.
Ao final da rápida entrevista após o evento, que celebrou também os 30 anos do PT, Dilma brincou com um dos jingles de sua pré-candidatura que faz referência a Lula como “o cara”, expressão usada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao se referir a Lula. No jingle, Dilma é tratada como “coroa”. “De um determinado ponto de vista é muito bom ser a coroa”, comentou a pré-candidata.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Pesquisa Vox/Band aponta Hélio Costa na frente

FREDERIDO HAIKAL
Vice-governador aparece em segundo lugar em três cenários na disputa com os líderes ao Governo de Minas

TONINHO ALMADA
Ministro Hélio Costa lidera a disputa com 37% das intenções de voto
Pesquisa do Instituto Vox Populi, divulgado pela TV Bandeirantes, aponta o ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), liderando com 37% das intenções de voto para o Governo de Minas. Em três leituras feitas pelo instituto, o vice governador Antônio Augusto Anastasia (PSDB) aparece em segundo lugar na disputa.
Nos dois outros cenários, liderados por petistas, não constam Hélio Costa como candidato. Na disputa com o ministro, Anastasia tem 16% das intenções de voto, seguido por Vanessa Portugal (PSTU), 5% e Maria da Consolação Rocha (PSOL), 2%.
Numa segunda leitura, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) aparece com 34% das intenções de voto, seguido por Anastasia, com 15%. Vanessa Portugal teve 4%, e Maria da Consolação Rocha , 2%.
Num terceiro cenário, trocando o candidato petista, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, é o primeiro colocado com 28% e Anastasia continua em segundo com 17%, seguido por Vanessa Portugal (5%) e Maria da Consolação Rocha (3%).
Neste domingo (24), o deputado federal Virgílio Guimarães avaliou que não existe motivo para o PT abrir mão da candidatura própria em Minas, já que o partido conta com dois nomes fortes para a disputa. “Sou a favor da coligação com o PMDB, desde que o Hélio Costa aceite a escolha da melhor candidatura. Que o candidato seja definido por meio de pesquisa de opinião.”
Em São Paulo, a pesquisa Vox Populi/Bandeirantes mostra o pré-candidato do PSDB, o ex-governador Geraldo Alckmin, na liderança folgada na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, com 56% das intenções de voto. O segundo colocado, Paulo Maluf (PP), tem 11%. O deputado federal Ciro Gomes (PSB) tem 10%, seguido de Soninha Francine (PPS), com 5%. Ivan Valente (PSOL) tem 1%. Sem Ciro Gomes, também pré-candidato a presidente, Alckmin lidera a pesquisa com 58%. Maluf tem 12%; Soninha, 6%, e Ivan Valente, 1%.
Já no Rio de Janeiro, a pesquisa Vox Populi/Bandeirantes indica que o governador Sérgio Cabral (PMDB) lidera a pesquisa das intenções de voto com 32%. Wagner Montes, do PDT, aparece em segundo lugar com 24%. Anthony Garotinho, do PR, é o terceiro com 18%, seguido por Fernando Gabeira, do PV, com 14%.
Sem Wagner Montes, Sérgio Cabral mantém o primeiro lugar com 39%. Garotinho fica com 20% do eleitorado, e Fernando Gabeira com 18%. Em um 3º cenário, com Cesar Maia e sem Gabeira, Sérgio Cabral aparece com 42%. Garotinho é o segundo com 20% e Cesar Maia em terceiro com 8%. Com Cesar Maia e Wagner Montes, Sérgio Cabral teria 34% dos votos, Wagner Montes 26%, Garotinho 17%, e Cesar Maia 7%.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Aécio diz que, em Minas, vai ‘entregar’ vitória a Serra

Governador só deve decidir em maio se será ou não o vice
Tucanato festeja os palanques do ‘triangulo das Bermudas’
Divulgação
O PSDB está exultante. Celebra a resolução dos problemas que o atormentavam numa região eleitoralmente estratégica: o “triângulo das Bermudas”.
É como os políticos se referem ao pedaço do mapa que concentra os três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas e Rio.
Para Serra, a obtenção de boas votações nessas praças é vital. Uma forma de atenuar a desvantagem que amarga no Nordeste, região onde o prestígio de Lula é maior.
Parte da celebração tucana se deve ao comportamento de Aécio Neves. O governador de Minas fez nos últimos dias declarações que soaram como música.
Eis o que disse Aécio, em privado, na semana passada: “Em Minas, vou entregar a vitória ao Serra”.
A justificativa empresta credibilidade ao comentário de Aécio. Afirma que o triunfo mineiro de Serra interessa a ele próprio.
Por quê? Ouça-se Aécio: “Vou fazer a minha parte porque quero chegar a Brasília forte”. Acha que sua força depende do êxito de Serra e de Antonio Anastasia.
Anastasia é, hoje, vice-governador de Minas. Foi guindado por Aécio à condição de candidato a governador. Frequenta o terceiro lugar nas pesquisas.
De resto, o tucanato enxergou nas manifestações reservadas de Aécio a abertura de uma porta que parecia fechada.
O governador mineiro já não soa peremptório quanto à escolha do cargo que irá disputar em 2010. Ainda pende para o Senado. Porém...
Porém, Aécio já considera a hipótese de se render à pressão que o empurra para a posição de vice na chapa presidencial da oposição.
A julgar pelo que diz entre quatro paredes, Aécio vai prolongar a dúvida quanto ao seu futuro até maio, um mês antes das convenções partidárias.
No cenário esboçado por Aécio, a candidata petista Dilma Rousseff vai tomar o elevador nas pesquisas, encurtando a diferença que ainda a separa de Serra.
Nessa hipótese, imagina Aécio, seu cacife aumenta. Negociaria sua eventual entrada na chapa em condições mais favoráveis que as atuais.
Deve-se outro pedaço da euforia tucana ao detalhamento do acordo que pôs de pé, no Rio, a candidatura de Fernando Gabeira (PV).
Depois de um vaivém incômodo, Gabeira topou disputar o governo do Estado, em aliança com os três partidos que gravitam na órbita de Serra: PSDB, DEM e PPS.
No primeiro turno, Gabeira se dedicará à sua própria candidatura e à de Marina Silva (PV), a presidenciável do PV.
Mas, com um candidato a vice tucano e um postulante ao Senado do DEM, Gabeira abrirá espaço em sua propaganda televisiva para vozes que farão soar no Rio o nome de Serra.
Mais: passando ao segundo turno, como a oposição espera, e confirmando-se o embate nacional PT X PSDB, Gabeira estará à vontade para propagandear a opção por Serra.
Quanto a São Paulo, Estado em que o PSDB exerce a hegemonia política há mais de 16 anos, consolida-se o palanque de Geraldo Alckmin.
Alckmin belisca índices que roçam os 50% nas pesquisas. Embora torcesse o nariz o correligionário, Serra parece agora bem mais afeito à idéia de digeri-lo.
Contribui para atenuar a aversão a Alckmin a erosão da popularidade de Gilberto Kassab (DEM), o aliado que Serra acomodou na prefeitura de São Paulo.
Minado por recentes reajustes de tributos e ilhado pelas enchentes, Kassab arrosta o seu pior momento. Serra, também molhado pelas chuvas, não se livra do contágio.
Trabalha para envernizar sua imagem. Mimetiza a dupla Lula-Dilma, intensificando as inaugurações e vitaminando a publicidade.
Como parte desse esforço, a opção por Alckmin revela-se mais segura. Ainda que imponha a digestão de alguns sapos.
No mais, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, pretende trabalhar, nas próximas semanas, para pôr de pé os palanques de Serra no Sul.
É uma região em que o tucanato costuma obter boas votações. Em 2006, Alckmin prevaleceu sobre Lula no Sul.
Por ora, soltam-se fogos pelo triângulo. Junto com a Bahia, São Paulo, Minas e Rio concentram quase metade (48,7%) do eleitorado brasileiro.
Vale rememorar os resultados de 2006. Em São Paulo (29,4 milhões de eleitores), Alckmin bateu Lula, no segundo turno: 52,26% a 47,74%.
Em Minas (14,1 milhões de eleitores), Lula prevaleceu sobre Alckmin: 65,19% a 34,81%. Daí a importância do arregaçar de mangas do popular Aécio.
No Rio (11,3 milhões de eleitores), Lula também surrou Alckmin: 69,69% contra 30,31%. Por isso, os fogos pela entrada de Gabeira, terceiro colocado nas pesquisas, no ringue.
A oposição aposta no êxito de Serra no triângulo porque Dilma não é Lula. E a capacidade de o presidente transferir votos parece ser menor nesses Estados.
Dá-se o oposto no Nordeste. Ali, o prestígio de Lula é mais expressivo. Em 2006, beliscou 77,1% dos votos disponíveis na região, contra 22,9% dados a Alckmin.
Ainda que consiga penetrar nos Estados menos desenvolvidos, Serra e seus aliados sabem que os principais lances do jogo sucessório serão jogados no Sudeste, seguido pelo Sul.
- PS.: Você já pode seguir o blog no twitter.
Escrito por Josias de Souza às 05h03
domingo, 17 de janeiro de 2010
Lambari – Mg – Estância Hidroclimática (Circuito das Águas)
Congado, na primeira quinzena de maio, procissão de Corpus Christi, em data móvel; homenagem a Nossa Senhora da Saúde, padroeira: a 15 de agosto, são os acontecimentos que reúnem o maior número de pessoas do lugar e visitantes. Cidade turística, no sul de Minas, tem 11 hotéis classificados pela EMBRATUR.
Suas águas minerais foram descobertas em 1780 por Antônio de Araújo Dantas, que, vindo de Campanha, encontrou nascentes em terrenos que havia comprado. Entre os anos de 1830 e 1832, a Câmara Municipal de Campanha desapropriou uma área de 12 alqueires dos herdeiros de Antônio de Araújo para executar obras de proteção das fontes. Naquele local foram construídas casas para pessoas que buscavam a cura proveniente das "águas santas".
O povoado foi distrito de Campanha até 1901, quando se tornou o município de Águas Virtuosas. Em 1930, passa a ser denominado Lambari, que em tupi-guarani, significa peixe miúdo. O cartão de visita da cidade é o majestoso cassino do Lago, edificado no início do século. Construção audaciosa, com ares medievais e decoração feita por artistas japoneses, a beleza do cassino é realçada pelo lago Guanabara, com suas duchas cristalinas.
Além do Parque das Águas, com suas fontes de águas medicinais de grande potencial terapêutico, a cidade conta, ainda, com um amplo parque público que tem piscinas, duchas, lago com uma ilha e bosque. Fonte: Secretaria da Cultura em 01/10/1999
Suas águas minerais foram descobertas em 1780 por Antônio de Araújo Dantas, que, vindo de Campanha, encontrou nascentes em terrenos que havia comprado. Entre os anos de 1830 e 1832, a Câmara Municipal de Campanha desapropriou uma área de 12 alqueires dos herdeiros de Antônio de Araújo para executar obras de proteção das fontes. Naquele local foram construídas casas para pessoas que buscavam a cura proveniente das "águas santas".
O povoado foi distrito de Campanha até 1901, quando se tornou o município de Águas Virtuosas. Em 1930, passa a ser denominado Lambari, que em tupi-guarani, significa peixe miúdo. O cartão de visita da cidade é o majestoso cassino do Lago, edificado no início do século. Construção audaciosa, com ares medievais e decoração feita por artistas japoneses, a beleza do cassino é realçada pelo lago Guanabara, com suas duchas cristalinas.
Além do Parque das Águas, com suas fontes de águas medicinais de grande potencial terapêutico, a cidade conta, ainda, com um amplo parque público que tem piscinas, duchas, lago com uma ilha e bosque. Fonte: Secretaria da Cultura em 01/10/1999
domingo, 10 de janeiro de 2010
União das indústrias de aço inox de Lambari
SIMMMEI, FIEMG, SEBRAE e ACIL são os grandes incentivadores e responsáveis pela união das indústrias de aço inox de Lambari
30/10/2009
No dia 5 de outubro, a EPTV Sul de Minas esteve em Lambari fazendo uma reportagem sobre as indústrias de aço inox de Lambari, que ganharam destaque nacional.
Há quatro anos, algumas empresas de aço inox de Lambari deixaram a concorrência de lado e resolveram se unir, graças ao apoio da ACIL (Associação Comercial Industrial de Lambari) junto com a FIEMG, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Materiais Elétricos - SIMMMEI e o SEBRAE.
A experiência trouxe bons resultados, tanto que nem a crise econônima conseguiu atrapalhar esse pólo industrial. Máquinas que foram compradas na China, no ano passado, representam o crescimento das empresas. No último quatro anos, o número de funcionários cresceu de 8 para 25 em uma das fábricas. Esse ano, até outubro, as vendas já superaram todo o volume de 2008 estão 50% maiores, resultado da criação de um pólo industrial de inox, criado em 2005 e que reúne 6 empresas que produzem peças e máquinas para a indústria de laticínios.
"Na verdade era um setor bem individual, as empresas não conversavam entre si, não tinha cooperação; daí, com esse projeto do Arranjo Produtivo Local - APL, a gente foi trabalhar essa cultura da cooperação entre as empresas para que elas se desenvolvessem, ou seja, o objetivo maior do projeto é desenvolver o setor de aço inox de Lambari", declara Claucya Vale, Consultora do SEBRAE.
Fonte: Site EPTV - http://eptv.globo.com/eme/VID,0,1,5479;4,mercado+aco+inox.aspx
30/10/2009
No dia 5 de outubro, a EPTV Sul de Minas esteve em Lambari fazendo uma reportagem sobre as indústrias de aço inox de Lambari, que ganharam destaque nacional.
Há quatro anos, algumas empresas de aço inox de Lambari deixaram a concorrência de lado e resolveram se unir, graças ao apoio da ACIL (Associação Comercial Industrial de Lambari) junto com a FIEMG, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Materiais Elétricos - SIMMMEI e o SEBRAE.
A experiência trouxe bons resultados, tanto que nem a crise econônima conseguiu atrapalhar esse pólo industrial. Máquinas que foram compradas na China, no ano passado, representam o crescimento das empresas. No último quatro anos, o número de funcionários cresceu de 8 para 25 em uma das fábricas. Esse ano, até outubro, as vendas já superaram todo o volume de 2008 estão 50% maiores, resultado da criação de um pólo industrial de inox, criado em 2005 e que reúne 6 empresas que produzem peças e máquinas para a indústria de laticínios.
"Na verdade era um setor bem individual, as empresas não conversavam entre si, não tinha cooperação; daí, com esse projeto do Arranjo Produtivo Local - APL, a gente foi trabalhar essa cultura da cooperação entre as empresas para que elas se desenvolvessem, ou seja, o objetivo maior do projeto é desenvolver o setor de aço inox de Lambari", declara Claucya Vale, Consultora do SEBRAE.
Fonte: Site EPTV - http://eptv.globo.com/eme/VID,0,1,5479;4,mercado+aco+inox.aspx
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
ESTRADAS DE MG TÊM 295 ACIDENTES E 17 MORTOS NO FIM DE ANO

A Polícia Rodoviária Federal divulgou, nesta segunda-feira (4), um balanço dos acidentes que aconteceram nas estradas que cortam o Estado de Minas Gerais. Durante a Operação Revéillon foram registrados 295 acidentes com 317 feridos e 17 mortos. Houve uma queda significativa com relação ao feriado de Natal quando 30 pessoas morreram. No mesmo perído do ano passado foram registradas 27 mortes.
Fonte: EPTV
Postado por Jaime Teixeira de Andrade Filho às 20:07
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